As igrejas foram atingidas pelo fenômeno da pirataria que cravou suas garras no universo da música gospel. Há algum tempo nem se cogitava essa prática no meio evangélico, então com uma liderança conservadora e garantidora de princípios éticos e morais. Essa afirmação é questionável nos dias atuais, onde vislumbra-se a permissividade.
O que deve-se observar é que tal prática além de ser pecado constitui-se crime que atinge tanto quem vende o seu "CD pirata", assim como quem o compra.

"Enquanto o pecado apenas fala; o crime grita".
Uma definição analítica para crime, aponta-o como sendo uma ação típica, antijurídica, culpável e punível. Podemos aplicar a mesma definição ao pecado tendo-o como uma ação típica, antibíblica que trás culpa e punição. Por mais benevolente que seja um ordenamento jurídico, nem se compara com a misericórdia de Deus. O mesmo Deus, reto Juiz, que dentro do princípio da legalidade mostra que o salário do pecado é a morte, nos diz que o seu dom gratuito para todo o que nele crê é a vida eterna; e que temos um advogado que milita a nosso favor diante dele, Jesus Cristo, seu filho, o justo. Pecado é tratado com Deus, mesmo com toda sua gravidade; já a questão do crime é tratada na jurisdição do poder humano constituído (Romanos 13), com todo peso da lei. Pense nisto!
Por: Pr. Onofre Ferreira Alves
Por: Pr. Onofre Ferreira Alves

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